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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Entrevista com Ross Robinson ex-Produtor do Slipknot

O site da Metal Hammer postou uma entrevista com Ross Robinson, ex-produtor do Slipknot. Segue a tradução abaixo:

Sendo bem creditado liderando uma revolução new metal através de seu trabalho com Korn, Limp Bizkit e outros, Ross Robinson produziu os dois primeiros álbuns do Slipknot. Na semana em que a Roadrunner relançou o selt titled do Slipknot, nós conversamos com Ross sobre seu trabalho com a banda.

Quando você ouviu o Mate.Feed.Kill.Repeat, foi óbvio que você quis trabalhar com eles?

Robinson: "Eu não gostei mesmo da demo, foi o jeito que nós a forçamos que a fez ficar boa. O gerente do Slipknot, que trabalhou no local da estação de rádio, chamou a única pessoa que ela conhecia em LA (John Reese, meu gerente na época) sem saber que ele tinha estado comigo. Eu sabia que nós tínhamos que voar para vê-los porque eu estava totalmente nessa coisa 'woo woo'".

Você foi o primeiro grande produtor no jogo nesse ponto e teve que pegar muitas bandas de metal, o que fez você escolher trabalhar com o Slipknot?

Robinson: "Era nossa conexão como pessoas e também os ver detonando em Iowa. Eu instantaneamente me apaixonei por cada um deles. É um ótimo sentimento para atrelar tão profundamente com corações parecidos."

Estamos certos em dizer que nos alimentamos das agressões uns dos outros no relançamento do self titled?

Robinson: "Não era sobre agressão, era sobre expressão no nível mais alto. Nós cavamos na fome e sensitividade das letras, expressando o que nós mais tínhamos medo de expor."

Quão irritada as coisas se tornaram?

Robinson: "Não estava nada irritada em minha mente, era pura diversão com um propósito."

Quando você estava gravando a gravação, você se sentiu como se estivesse capturando algo vital?

Robinson: "Muito, era uma fome em seu melhor."

Como essa sessão de gravação se diferencia de seu outro trabalho de sucesso com o Korn?

Robinson: "O Slipknot tinha muito mais fome do que o Korn. O Korn era uma festa gigante com toneladas de amigos em volta deles apoiando sua música. Com o Slipknot, nós estávamos sozinhos por nós mesmos em uma ilha, de fora do mundo, fazendo o que nós todos sabíamos fazer..."

Quão diferente os caras do Slipknot estavam quando vieram com o álbum "Iowa"?

Robinson: "Aww, eles eram os mesmo, mas começaram a festar um pouco. Eles estavam no centro da primeira gravação. Iowa estava arrasando exceto pelo gerente que me irritou de forma errada. Ele estava muito 'Hollywood' e jogou fora o dinheiro da banda que eu nunca tinha visto. Isso me deixou tão puto que eu comecei a 'proteger os meus bebês'. Eu comecei uma porrada de drama entrando nos negócios da banda – péssima ação!!"

"Em três semanas no Iowa, eu quebrei minhas costas numa corrida de motocross. Eu estava morrendo de dor, péssimo pra mim mas eles acharam que foi a melhor coisa que aconteceu. 5 caras trouxeram bicicletas sujas depois da gravação!"

A banda estava num ponto baixo onde eles gravaram aquela gravação em termos de ética, como você lidou trabalhando com aquilo?

Robinson: "Depois de quebrar minhas costas, eu apareceria todos os dias com uma atitude de 'vamos detonar essa porra!!' em uma dor severa. Quando os caras foram bater aquele nível brutal de intenção, toda a dor se foi! Nós todos amamos a banda e nos adiantamos para fazer a melhor gravação que pudéssemos."

O álbum tem um de seus materiais mais selvagens. Quanto você se divertiu com o fato de que a banda estava assumindo um risco?

Robinson: "Não havia risco porque nós não ligávamos em satisfazer as pessoas de fora da banda. É assim que funciona pra mim e agora parece funcionar pra eles, até hoje."

Você estava envolvido na decisão de abrir o álbum como uma introdução pesada?

Robinson: "Eu fiz o Sid tocar os back-ups de People = Shit quando ele descobriu que seu avô tinha morrido. Eu usei a voz dele na introdução do álbum com toda a tristeza que ele sentia aquele dia. Pra mim, essa introdução é graças à boa vontade do Sid de dar o melhor aquele dia. Aquilo foi muito importante."

Você se dedicou com a banda nas gravações do Iowa?

Robinson: "Eu acho que sim, eu adorei e me senti muito orgulhoso em dar minha vida por aquele álbum."

Eles pegaram você como inimigo em certos momentos ou estavam muito ocupados brigando entre eles?

Robinson: "Existiam coisas que a banda não gostava sobre mim, mas eles têm muito respeito e muita vontade de fazer qualquer coisa pela arte."

Você ficou surpreso que eles mudaram de produtor para gravar o Volume 3?

Robinson: "Sim"

Quando sua relação profissional com a banda acabou, foi amigável?

Robinson: "Eu sei que as bandas vão fazer o que elas têm que fazer, não é nada pessoal. Eu os amo muito e apóio qualquer decisão que eles tomem. Eu faço álbuns que são desgastantes emocionalmente. Eles são tão bons, que não precisam disso para viver. Eu não os culpo por isso. Não é fácil fazer um álbum comigo."

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